quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
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TV por assinatura quarta-feira, 28 de julho de 2010, 20h27
Para Telefônica, não importa se liberação de outorgas de cabo virá antes ou depois de nova lei
Para o presidente da Telefônica, Antônio Valente, não faz muita diferença se o processo de abertura de novas concessões de TV a cabo acontecer antes da aprovação do PLC 116/2010 (antigo PL 29/2007) no Congresso. A Telefônica, por ser uma operadora estrangeira, teria, em tese, mais dificuldades para aproveitar uma eventual aceleração no processo de liberação de outorgas, como a que chegou a ser proposta pela Anatel mas que agora está sendo conduzida em ritmo mais lento. "Já falei em outras ocasiões que o PL 29 é um passo muito importante que o Brasil dará em relação a uma legislação de TV por assinatura mais convergente e moderna. Mas ele não é suficiente. É preciso que a Anatel aja liberando novas outorgas também. O ideal seria que as duas coisas acontecessem juntas. Mas se uma vier antes da outra, isso não faz a menor diferença. O importante é que o processo comece", disse o executivo a este noticiário.

A TVA, onde a Telefônica é acionista importante, tem 25 pedidos de outorgas de cabo já feitos na Anatel, todas em cidades em que já há operações de TV por assinatura (quase todas da Net Serviços). Recentemente, a Telefônica anunciou o plano de utilizar a rede de fibras que está sendo construída nestas cidades para viabilizar suas operações de TV por assinatura, indicando que a empresa pretende entrar com IPTV e FTTH nestas cidades. No entanto, este ano a Telefônica está perdendo base de clientes de TV paga e está, hoje, com 469 mil clientes. Samuel Possebon.
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