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TV por assinatura terça-feira, 20 de julho de 2010, 14h28
Net deve esperar a aprovação do PLC 116/2010 para expandir rede
Em teleconferência com jornalistas nesta terça, 20, o presidente da Net Serviços, José Félix, se disse favorável à aprovação do PLC 116/2010 no Senado (antigo PL 29 na Câmara dos Deputados). O projeto, que regulará o mercado de TV por assinatura como um todo, equalizando as exigências, independente da tecnologia usada e do tamanho da operação, é positivo, na opinião do executivo. "Ao regular o setor, o projeto traz segurança para os investidores ao estabelecer regras de competição", disse Félix.

Ele, no entanto, se mostra insatisfeito com as regras estabelecidas pela Anatel para as novas licenças de TV a cabo, que não apenas abre a possibilidade de licenças em novas localidades, mas também deixa de limitar o número de licenças em cada localidade. "Enquanto a Lei do Cabo existir, precisa ser respeitada", disse. Para ele, seria um equívoco cobrar taxas de R$ 9 mil por uma licença, "o que é o mesmo que nada", alegando que a infraestrutura de cabo não é limitada, como as radiofrequências. "Os postes e toda a infraestrutura do país para receber estas novas redes têm capacidade física limitada", disse. "Não haverá espaço para todo mundo. Como em qualquer outro setor, para não sucumbir, precisa haver atratividade", afirmou. Félix disse ainda que as concessionárias de energia elétrica, por conta da limitação para receber as novas redes, podem receber um poder de decisão no setor de TV por assinatura que não cabe a elas.

José Félix diz que "vê com bons olhos" a possibilidade de entrar em novas localidades, sobretudo como forma de competir em áreas onde hoje a plataforma DTH reina absoluta. Contudo, isso precisa ser feito "dentro da lei". Segundo Félix, a Net deve esperar a aprovação do PLC 116/2010 para expandir sua rede a estas localidades. Fernando Lauterjung.
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COMENTÁRIOS
3 COMENTÁRIOS PARA ESTA NOTÍCIA
Claudiney
quarta-feira, 21 de julho de 2010 | 17h06
Concordo com o Felix quando ele diz que o setor precisa de atratividade para não sucumbir , mas isso não se aplica a todos os municipios, casos como as grandes capitais por exemplo nas aréas que a NET não atendeu acho que deveria haver uma forma de se licenciar alguém por lá. Já nos pequenos municipios se outorgar 2 cabos vão sucumbir os dois. pode ter certeza disto.
Fred
quarta-feira, 21 de julho de 2010 | 15h59
Essa Net quer continuar com o monopólio do cabo, a Net é uma atraso no mercado de tv a cabo.
João Fontana
terça-feira, 20 de julho de 2010 | 17h39
Concordo, quando se fala em ter normas para licenciamento, porem limitar o numero de ortoga em uma area me parece ignorancia, o proprio mercado vai fazer com que tenha a limitação, dando assim plena condição de igualdade não favorecendo apenas net, globo, etc. E quando se fala em um valor de R$ 9.000,00 a uma licença, porem existe um investimento a ser feito no qual deveria ver a viabilidade financeira da empresas enteresadas, ai sim teriamos um controle.
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